Aceito, seja como for...
Poema enviado por: Sidnei O Morgado
 
Aceito, seja como for...



No escuro da confidência

Berram cabras e cabritos

E os burros por serem burros

Chiam mas nem berram e nem gritam



O melhor da vida ou de um novo porvir

Estará sempre por vir

E um dia de tanto procurar

Terá que se conformar



Com o burro ou com o cabrito



Terás então que sair do escuro da negação

E partir para o dia da aceitação, se quiser brindar.

Não dá para celebrar com o copo vazio.



O armário fechado um dia estará escancarado



Ninguém garante que o bolo no forno crescerá

Nem que o pão sovado por antecedência

Venha a ser um pão de boa aceitação



Ninguém garante que o gostar de chorar

Seja o amor verdadeiro de qualquer parceiro

Querer mudar o que nasce pronto

É difícil de fazer chorar...
 
Autor: Sidnei O Morgado
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» Dados sobre o Poema
Título Aceito, seja como for...
Autor Sidnei O Morgado
Categoria Amor
Cadastro 12/10/2013 23:27:09
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